Na Semana Santa, celebramos os acontecimentos finais da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. No Domingo de Ramos, a Igreja comemora a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém para realizar o seu ministério pascal. Aqueles que reconhecem em Jesus o enviado do Pai, o proclamam Vencedor e os que negaram aceitá-lo, pensam em condená-lo. Os ramos que carregamos testemunham que nós aceitamos este senhorio e, se os guardarmos durante todo o ano, é sinal e lembrete de que devemos ser sempre fiéis ao nosso compromisso de fé pelo exemplo de vida guiada pelo evangelho.  Procissão vista de frente Procissão vista do alto  Fiéis com seus Ramos 
Fiéis em frente a Matriz Fiéis em frente a Matriz
Inteiror da Matriz - Hosana Hey!  Fiéis á escuta da Palavra Proclamação da Palavra - Presbitério §§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§ Procissão do Encontro (Quarta-feira Santa) entre: o Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores.Acontece então o doloroso encontro entre a Mãe e o Filho. O padre, então, proclama o célebre Sermão das Sete Palavras, que na verdade são sete frases: 1. Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem. (Lc 23,34 a); 2. Hoje estarás comigo no paraíso. (Lc 23,43); 3. Mulher eis aí o teu filho, filho eis aí a tua mãe. (Jo 19,26-27); 4. Meu Deus, Meu Deus, porque me abandonastes?! (Mc 15,34); 5. Tenho sede. (Jo 19,28 b); 6. Tudo está consumado. (Jo 19,30 a); 7. Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito. (Lc 23,46 b). O sacerdote, diante das imagens, faz uma reflexão com estas frases, chamando o povo à conversão e à penitência. O silêncio é grande, já que a imagem de Nosso Senhor dos Passos mostra-o com a cruz às costas. É tudo isso que vivemos neste tempo de profunda reflexão. Nossa fé é pascal, passa pelo sofrimento, morte e ressurreição do Senhor. 
Assembléia a escuta, interior da Matriz Assembléia a escuta, interior da Matriz §§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§ Na Quinta-feira Santa, o Bispo celebra com o seu presbitério e são abençoados os santos óleos dos Enfermos, dos Catecúmenos e do Crisma, sinal de comunhão dos presbíteros a serem fiéis ao seu ministério e convida-os a renovarem publicamente as Promessas Sacerdotais. Na Ceia, Cristo celebrou com seus discípulos e anunciou o sacrifício novo, em que Ele, estava oferecendo a sua própria vida. Mandou que seus seguidores perpetuassem, pelo ritual da Ceia fraterna, a memória do que Ele próprio fez. Além das Instituições da Eucaristia e do Sacerdócio, Cristo nos deixou o Mandamento do Amor, lavando os pés dos discípulos disse: “ Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, vós também façais” ( Jo 13,15) .Lavar os pés é servir com amor ao irmão sem olhar se ele é maior ou menor. É atender às necessidades. É cumprir o dever imposto pela delicadeza. Após a comunhão, a Santíssima Eucaristia é levada solenemente a uma capela previamente preparada e diante da qual os fiéis passarão momento de oração.  §§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§§ Na Sexta-feira da Paixão do Senhor , o silêncio, o jejum e a revisão da vida marcam este dia em que comemoramos a Paixão e a Morte de nosso Salvador. Neste dia não celebramos o sacrifício eucarístico (a Missa). Por isso, na quinta-feira Santa, são consagradas mais hóstias a fim de que possamos comungar na celebração da Paixão do Senhor. Às 15h, a não ser que razões pastorais aconselhem horas mais tardias, procede-se à celebração em Paixão do Senhor que conta de três partes: Liturgia da Palavra, adoração da Cruz e Comunhão Eucarística. 
Pe. Omar e assembléia após a procissão do enterro
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